sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Hipsta - 15 de Outubro

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No espaço do Colectivo f4.
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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

MANIFESTO que aqui partilho.

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Fechem as rádios, fechem os jornais e a televisão
privatizem a democracia e a liberdade de opinião
guardem os nossos direitos, pisem nos decretos
promulguem leis pronto a vestir, se acharem certo
excluam-nos... construam muros e muralhas
protejam os vossos bens com homens e metralhas
partam as nossas casas, em seu lugar edifiquem condomínios
para esfregar na nossa cara o vosso domínio
intimidem-nos... unifiquem o nosso pensamento
façam-nos uma lavagem cerebral enquanto é tempo
enquanto gritamos com a boca fechada e nos manifestamos nos cadeirões da nossa casa
domestiquem a justiça, façam obras de cosmética
finjam que exercem com nobreza a função idílica
promovam banquetes, danças, obras, mesas e mandem-se rosas
promovam na TV a triste realidade cor de rosa
bebam champagne, comam caviar e durmam sossegados
falem de negócio e negoceiem essa geração de formatados
programados, alienados, uniformizados, robotizados
que não vê, que não ouve, que não sente. E não quer mais sentir por medo da bala
essa geração que tem sede, que tem fome, que tem pena que tem raiva... mas não sabe de quê
vive acorrentada sem sequer saber porquê
essa geração de autómatos descendentes de nenhures
herdeira de um país alienado algures
silenciem-nos... queimem o nosso microfone
se somos miseráveis deixem-nos morrer à fome
impeçam-nos... de criar e de levantar a cabeça
para que não possamos mostra ao mundo que a gente também pensa...
... na sensação de estarmos amarrados dentro de nós mesmos indefesos
podemos ir a qualquer lado, mas ainda assim continuamos presos
a informação que vem decapitada, mutilada, aleijada, censurada, sem nada
as panelas que permanecem no fogo, a cozinhar nada
silenciem o pensamento daqueles que vivem calados de boca aberta
calem o barulho surdo do nosso grito mudo
talvez a hora seja esta, enquanto andamos sem pernas, de braços atados
A um milhão de moradias devidas ao eleitorado
ergam barricadas, deixem-nos sem saída
pisem sobre o nosso espirito leiloem essas vidas
encarcerem a nossa inteligência, exilem as alegrias
sepultem a liberdade do poeta sem poesia
que não mais vê seres humanos, apenas vultos acabados de emergir do sepulcro
encham barris de fino, façam maratonas e vivam a vida à grande
mumifiquem-nos aos poucos e deixem-nos exangues
deixem os mares sem peixes, as florestas sem arvóres, os rios envenenados
deixem-nos sem nome!!!
aí sim, entenderão então QUE O DINHEIRO NÃO SE COME!!!
por: Flagelo Urbano

No PESTANA HOTEL - PORTO

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Hoje às 21,00 horas.
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Na CADEIRA DE VAN GOGH - PORTO

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No CLUBE LITERÁRIO - PORTO

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sábado, 24 de setembro de 2011

Hoje no FÉNIX

e até ao dia 15 de Outubro, uma segunda colecção de fotografias de Bianca de Magistris.
A autora, que estará presente, terá imenso gosto em partilhar o Porto de Honra nas inaugurações.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

PORTA 22 - 24 de Setembro

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Como habitualmente, pelas 16,00, acontecerá na Rua do Ferraz no Porto, outra mostra de fotografia.
Desta vez, o espaço que acolherá a inauguração é o nº 22, sede do Colectivo f4.
Bianca de Magistris, a autora dos trabalhos, estará presente e teria imenso gosto que com ela partilhasse o Porto de Honra e dois dedos de conversa sobre o projecto apresentado.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Amanhã, dia 17

"Trivialidades" é uma colecção de dípticos criada pela fotógrafa Kate Denman.
Reunidas ao longo dos últimos seis anos nas suas viagens em redor do mundo, as imagens reflectem as observações de cor, de luz, de formas e de linhas, juntamente com referências a questões subjacentes que afectam os países onde elas foram tiradas.
Originadas por um interesse genuíno em questões como a igualdade social, a educação e o desenvolvimento internacional, as imagens retêm uma qualidade etérea, muitas vezes retratando pequenos detalhes da vida quotidiana. As imagens são banais, mas serenas; simples, embora de composições calmas.
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Vai acontecer na MUUDA amanhã, dia 17 pelas 16,00 horas e estará patente até ao dia 4 de Novembro.

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Rua do Rosário - Porto

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Torreira

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dia 11

Foto: LUIS RAPOSO
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Durante a Aula

and Twinka Thiebaud (http://en.wikipedia.org/wiki/Twinka_Thiebaud) during a class on nude photography.
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Foto: JUDY DATER, 1974
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FERRAMENTAS E ESTRUTURAS

Não somos mais que isto. Os resultados da utilização destes enunciados é que podem marcar a diferença.
Uns, fotografam; outros, fazem fotografia...
Para além da estrutura óssea, a estrutura mental que não se detecta nos RX, faz de alguns, bons recriadores, de outros bons observadores, e dos restantes, naturais diletantes da imagem fotográfica.
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CONVOCATÓRIA PHPA 2012

Appel à candidature PHPA 2012
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Si vous désirez participer à PHPA en 2012, il est temps d'envoyer votre dossier de candidature avant le 10 novembre 2011. Vous pouvez télécharger le dossier avec toutes les informations en vous rendant sur le site de PHPA.
La sélection aura été faite par un jury professionnel qui cette année sera exclusivement féminin dont Maureen Auriol (Marianne), Marion Hislen (Fnac), Esther Woerderhoff, Elene Usdin, Julie Champin (TBWA)....et qui se réunira fin novembre pour décider quels seront les 12 photographes qui participeront au projet en 2012.
Un tirage au sort sera effectué pour attribuer l’hôtel et le mois de parution pour chaque photographe.
Si vous êtes sélectionné, Alain Bisotti vous contactera pour effectuer la réservation qui vous permettra de passer la nuit à l’hôtel et effectuer votre prise de vue ou pour produire la photo unique.
La nuit vous est offerte pour deux personnes avec petit déjeuner inclus. Il est préférable de séjourner un dimanche soir qui est le soir le plus calme de la semaine pour les hôtels.
Tous les mois de 2012, un photographe sera publié sur le site internet PHPA.
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published by amina on jeu, 01/09/2011 - 11:31
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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Concurso de Fotografia

Caminos de Hierro
26º concurso fotográfico
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BASES
La Fundación de los Ferrocarriles Españoles convoca el 26º concurso fotográfico “Caminos de Hierro”.
Este concurso pretende fomentar la creatividad en el ámbito del ferrocarril en todos sus aspectos (viajeros, estaciones, infraestructuras, trenes, transporte urbano, interurbano y metropolitano, dimensión humana, etc.), y se regirá por las siguientes BASES:
1. Concursantes y número de obras
Cada concursante podrá presentar un máximo de tres fotografías individuales o una serie fotográfica. Las obras estarán relacionadas con el mundo del ferrocarril, en el amplio sentido expresado por esta convocatoria. Los autores deberán presentar fotografías inéditas y que no hayan resultado seleccionadas en los veinticinco concursos anteriores o en cualquier otro certamen. Las fotografías sólo podrán ser presentadas por sus propios autores. ~
2. Tamaño e identificación
Las fotografías individuales podrán tener una mancha de imagen libre, en un tamaño de papel mínimo de 24 x 30 cm y máximo de 40 x 60 cm. ~
Las series estarán formadas por un mínimo de tres y un máximo de cinco fotografías. El tamaño total de la serie no podrá exceder de 90 x 45 cm (horizontal o vertical).
Las fotografías no deberán ir montadas ni reforzadas sobre cartulina, ni con paspartú; tampoco se podrán presentar enrolladas.
Se hará constar en el dorso de cada fotografía el título de la obra, nombre, apellidos, domicilio, teléfono y correo electrónico del autor. Las fotografías que formen una serie deberán estar numeradas según su orden.
En el caso de querer optar al Premio Autor Joven, se indicará también la edad.
Aquellos autores que deseen participar bajo seudónimo deberán adjuntar un sobre en cuyo interior figurarán sus datos; en el exterior del mismo, y en el dorso de las fotografías, anotarán sólo el lema bajo el que se presentan y el título de la obra.
Los datos personales solicitados junto con las obras presentadas al 26º concurso fotográfico “Caminos de Hierro” serán incorporados a un fichero titularidad de la Fundación de los Ferrocarriles Españoles, cuya finalidad es realizar las actuaciones derivadas de la participación en la mencionada convocatoria. Los interesados podrán ejercer los derechos de acceso, rectificación y cancelación dirigiéndose por escrito a la Dirección de Actividades Culturales de la Fundación de los Ferrocarriles Españoles (calle Santa Isabel 44, 28012 Madrid • cultura@ffe.es).
3. Envío
Las obras podrán ser presentadas o remitidas por correo postal a la Fundación de los Ferrocarriles Españoles (Santa Isabel 44, 28012 Madrid), hasta el día 11 de noviembre de 2011, indicando en el sobre 26º “Caminos de Hierro” y el número de fotografías que contiene. Para los envíos por correo, se considerará como fecha de presentación la del matasellos.
4. Premios
Se establecen los siguientes premios, indistintamente para todas las obras, tanto fotografías individuales como series fotográficas:
Primer Premio 6.000 euros
Segundo Premio 3.000 euros
Premio Autor Joven 1.800 euros
Además, quedan establecidos diez accésits de 400 euros por obra.
Las otras obras seleccionadas, tanto fotografías individuales como series, recibirán 40 euros cada una.
Podrán optar al Premio Autor Joven, además de a los otros galardones establecidos, autores con una edad máxima de 25 años cumplidos durante el año 2011.
Cada autor podrá recibir un único premio, aunque se podrán seleccionar varias de sus obras.
Al importe de cada uno de los premios se le aplicará la retención prevista en la vigente legislación tributaria.
Ningún premio quedará desierto.
Los autores premiados tendrán derecho, junto con un acompañante, a viajar al lugar de entrega de premios con objeto de poder asistir a dicho acto. La Fundación de los Ferrocarriles Españoles se hará cargo de los gastos de viaje y alojamiento.
Las obras premiadas quedarán en propiedad de la Fundación de los Ferrocarriles Españoles, que podrá exponerlas públicamente.
Los autores de las obras premiadas y seleccionadas cederán, a título gratuito a favor de la Fundación de los Ferrocarriles Españoles, los derechos de reproducción y comunicación pública a efectos de exposición y divulgación mediante los soportes que edite la Fundación de los Ferrocarriles Españoles, o terceras personas a sus instancias, mencionando el nombre del autor.
5. Comité de Selección y Jurado
La Fundación de los Ferrocarriles Españoles designará un Comité previo y cualificado para la selección de cien fotografías finalistas, entre obras individuales y series fotográficas. En el caso de las series fotográficas se tendrá en cuenta el número de fotografías que integran cada una de ellas. El Comité de Selección buscará un equilibrio en el número de obras seleccionadas entre las fotografías individuales y las series fotográficas.
El Jurado, que emitirá su fallo inapelable sobre las obras seleccionadas, estará formado por personas de reconocido prestigio, actuando como secretario un representante de la Fundación de los Ferrocarriles Españoles.
6. Exposición y catálogo
La Fundación de los Ferrocarriles Españoles publicará un catálogo y expondrá en los lugares que estime de interés las obras finalistas.
7. Correspondencia y devoluciones
Sólo se mantendrá correspondencia con los autores seleccionados, excepto el envío de un acuse de recibo a aquellos fotógrafos que no se presenten con seudónimo.
La Fundación de los Ferrocarriles Españoles contactará con los autores seleccionados antes del fallo definitivo del concurso, que se emitirá en el mes de febrero de 2012.
Las obras no seleccionadas podrán ser retiradas por sus autores, personalmente o mediante delegación en otra persona, en la Fundación de los Ferrocarriles Españoles desde el 1 de marzo hasta el 31 de mayo de 2012. Aquellos autores no residentes en Madrid podrán solicitar por escrito la devolución de las fotografías en el mismo plazo. El envío se hará por correo ordinario con cargo a la Fundación de los Ferrocarriles Españoles.
La organización pondrá el máximo cuidado en la conservación y envío de las fotografías, pero no responderá de las posibles pérdidas, sustracciones o deterioros que sufran las mismas.
La organización queda facultada para resolver cualquier contingencia no prevista en las Bases.
Participar en el concurso implica la aceptación de estas Bases.
Madrid, mayo de 2011
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O link da organização é: http://www.ffe.es/
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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Bianca De Magistris - Fotografia

"IT' S STILL EARLY" é o título da próxima exposição de fotografia que estará patente ao público na Galeria do Colectivo f4 em 24 de Setembro.
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Bianca de Magistris, a autora florentina agora convidada, e que estará presente à data da inauguração, faz parte da nova geração de fotógrafos italianos e apresentará simultâneamente uma segunda colecção de fotografias na porta ao lado, no Café Fénix, um já conhecido espaço da freguesia da Vitória também promotor e divulgador da arte fotográfica e de fotógrafos emergentes.
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Untitled by BiancaDM

Foto: BIANCA DM
. Untitled, a photo by BiancaDM on Flickr.
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Treinos

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
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A poucos dias da quarta prova do Calendário Nacional de Trial, o iniciado Henrique Raposo treina intensamente zonas muito técnicas de difícil execução.
Ficam as imagens de um cenário pouco dado a boas fotografias...
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domingo, 28 de agosto de 2011

Porque Gosto de Partilhar...

Fotos que vi e gostei.
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Фото

. . Фото .

Exposição a dois

Eu e o Duarete Fonseca, vamos ocupar o espaço do Café Fénix com duas colecções de fotografia entre próximo dia 3 e o dia 24 de Setembro.
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Dois olhares, dois autores, dois títulos e dois conceitos diferentes que se aproximam apenas no formato e dimensão das impressões.
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Devido a uma imprescindível presença em outro local do país, não poderei estar presente no dia da inauguração destra mostra que, também por questões de gestão desse espaço comercial, não terá as portas abertas ao público entre o dia 4 e o dia 13 de Setembro.
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Para os autores das obras, esse interregno não causa qualquer incómodo, mas não poderia deixar de advertir os potenciais interessados e habituais participantes, que o calendário previsto sofreu estas alterações.
Conto com a vossa presença daqui a duas semanas.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

"cf69"

cf69 by chrisfriel on Flickr.

Por Chrisfriel.

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Armadilhas

Foto: LUIS RAPOSO
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"Barriletes"

barriletes by +gAbY+ on Flickr.

Por +gAbY+.

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"2-1-2"

2-1-2 by António Alfarroba on Flickr.

Por António Alfarroba.

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"3 ~ The Day After"

3 ~ the day After by Teresa Teixeira
on Flickr.

Por Teresa Teixeira.

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. "PONTO"

. by GABRIEL MAGRI on Flickr.

Por Gabriel Magri, um fotógrafo argentino que está representado na fototeca do

Colectivo f4.

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"on the edge"

L1330568 ~ on the edge by Teresa Teixeira on Flickr.

Por Teresa Teixeira, do Colectivo f4.

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"os nossos fantasmas"

os nossos fantasmas - our ghosts by @uroraboreal - sory too busy...I'll be back... on Flickr.

Por Aurora Boreal, outra associada do Colectivo f4.

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JOHN WELLINGS

Untitled by John Wellings on Flickr.

Uma das minhas favoritas que desejo partilhar.

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EXPOSIÇÃO

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"ABSTRACTO CONTEMPORÂNEO"
ALEX MILESI (Brasil)
“Desde Man Ray, no início do século XX, o campo da fotografia tornou-se um território de experimentações que ainda é pouco explorado, além da representação do real. Alex Milesi propõe um passeio através de paisagens abstractas: linhas, formas, texturas delineadas por uma luz quase fictícia. Instiga-nos a querer ver mais, além do recorte do olhar. Afinal de contas, o que vemos?
Uma das questões que nos leva a pensar a fotografia no contexto da arte contemporânea é a sua aceitação como arte desde a sua invenção. É preciso aceitar uma nova realidade da imagem, aparentemente próxima, mas muito diversa daquilo que as pessoas acostumaram a chamar de fotografia, já que ainda hoje, a fotografia está associada directamente às ideias de registo, de representação do real.
O que dizer então sobre fotografia abstracta? A fotografia abstracta renúncia e nega a figuração. A ideia não é original, ao contrário, há cerca de cem anos, fotógrafos e artistas produziam fotografias abstractas. As “rayografias” de Man Ray são composições abstractas, e únicas. Alexander Rodchenko, e László Moholy-Nagy, no Construtivismo Russo ampliaram o universo da fotografia enquanto arte.
Pintores abstraccionistas usavam a fotografia como recurso para novas experimentações. Assim, não podemos mais pensar na fotografia apenas como contexto de representação, nem tampouco arraigada aos conceitos da modernidade do século XX. Devemos pensá-la sob a óptica do fazer na contemporaneidade e percebê-la como resultado da produção do homem coerente com o seu tempo, aberto a todas as possibilidades do olhar, fazendo uso de todos os recursos que a tecnologia oferece e mantendo a sensibilidade inerente ao artista, condição fundamental para que a imagem, a obra, torne-se significativa.
No passeio pelas abstracções de Alex Milesi, a curiosidade instiga querer saber sobre a realidade dos objectos: o que realmente foi fotografado? A figuração não é identificada, permanece secreta.
Alex Milesi vive e trabalha em Caxias do Sul, no Brasil.
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Cocktail de Inauguração: Sábado, 27 de Agosto, pelas 19:00hs Patente até 09 de Setembro de 2011, de Terça à Sábado.
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Colorida Galeria de Arte
Costa do Castelo 63, Lisboa
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PIROSO é favor...

A Piroseira também chegou à "Leica"!
Quem desejar ofuscar os modelos apanhados à frente de uma máquina fotográfica de reconhecida qualidade e desejar gastar 400US$ para personalizar a sua D-Lux 5, pode escolher versões em:

http://www.colorware.com/p-281-leica-d-lux-5.aspx

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Indignação

¿El fin de la fotografía analógica?
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Hace días necesitaba una batería para mi cámara analógica (Cannon Eos5) y me lancé por el centro de Madrid para intentar conseguirla. Descubrí cosas muy tristes. Meses antes me había enfrentado a que piezas de reposición para repararla simplemente ya no existen, están totalmente descatalogadas. En mi soleada caminata me enteré de que la emblemática tienda Domènech de la calle del Norte ha cerrado sus puertas o, quizá deba decir, abandonado su "lucha por vivir".
Yo, que solo he encontrado en mi fotografía la vitalidad de lo analógico, y las propiedades irrepetibles del formato 35mm en blanco y negro, no puedo resignarme a la agonía de este movimiento fotográfico. Siento como si yo mismo tuviera los días contados. No puedo pensar en proyectos de futuro porque sigo sin verme a mí mismo en el lenguaje digital. ¿Qué sería del arte si la pintura estuviera destinada al acrílico porque súbitamente el óleo desapareciera del mercado? ¿Qué pasaría con Antonio López si le arrebataran sus pinceles? ¿Qué sería de Madrid sin la aportación de Castro Prieto, García Rodero o García Alix?
La vida de un fotógrafo -como la de todo artista- es sumamente sacrificada y la carrera en sí misma es más de dolor que de satisfacción. Hemos comprendido que crear es una necesidad vital, hemos estado dispuestos a luchar contracorriente, a gastarnos todas nuestras pelas en materiales aunque luego nadie nos compre la obra, en fin, hemos estado dispuestos a morir en el intento.... ¿Es justo que ahora nos corten así la cabeza?
Creo que eso también es violencia y veo con tristeza que nadie lo denuncia, que han conseguido enmudecernos.
CéSAR SALDíVAR - Madrid - 16/08/2011 Publicado no Jornal “El País”
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

QUEM ESTAVA LÁ!

Vai ao link, abre, e vai ampliando a imagem para descobrires algum amigo que estava lá e se fechou em copas.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Em Formato POLAROID

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fim de Viagem

Foto: LUIS RAPOSO