quinta-feira, 22 de novembro de 2012

NATALI PROSVETOVA
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"Hide&Seek" Street Photography BW by Natali Prosvetova

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CHRISTELE JACQUEMIN
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Black and White Emotions - © Jaeda DeWalt

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ELENA KALIS
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FLORIANA BARBU
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Gala e Dali












quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Foto: Mihai Burca
MARIE BARONNET
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para ver também na burn
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Adolfo Kaminsky 
Un homme libre
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EXPOSIÇÃO
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fonte:
GIORGI SHENGELIA
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PORTFOLIO - Géorgie : Giorgi Shengelia - Four Room
fonte:
De 20 de Outubro a 17 de Fevereiro de 2013
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Foto - Claudia Guimarães
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A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição O mais parecido possível – o retrato, com cerca de 40 fotografias realizadas entre 1970 e 2011 por Adenor Gondim, Arnaldo Pappalardo, Camila Buctcher, Claudia Guimarães, Cristiano Mascaro, Fernando Lemos, Fifi Tong, Eduardo Simões, Eduardo Vilares, Fernando Lemos, Klaus Mitteldorf, Loren McIntyre e Ricardo Alcaide. 


Segundo Diógenes Moura, curador de fotografia da Pinacoteca, a exposição trata não apenas das formas “existenciais” contidas (ou deflagradas) em um retrato, como, também, em sua localização cenográfica, atmosfera, e individualidade; seus planos e enquadramentos, suas séries e relações entre ensaio e documento, fotografia e literatura e o propósito para o qual cada uma dessas imagens foi pensada e produzida. Dessa forma teremos o encontro entre o homem brasileiro e o seu mundo interior protegido e desprotegido (dor e prazer), o sentimento de esperança e, ao mesmo tempo, de abandono diante da realidade da sua vida cotidiana nas fotografias de Luiz Braga, Cristiano Mascaro, Arnaldo Pappalardo e Fifi Tong; a poética cruel do corpo usado como mercadoria nas imagens feitas por Loren McTyre; o silêncio avassalador do homem velho interpretado por Eduardo Villares; a droga injetada no corpo, na alma e nos olhos dos hommeless londrinos que Ricardo Alcaide levou para o estúdio e transformou em retratos quase religiosos. A exposição O Mais Parecido Possível é, portanto, um retrato dentro do outro. Faz parte da pesquisa que estamos desenvolvendo desde 2009 sobre a presença dessa “técnica” no acervo da Pinacoteca do Estado e suas relações com acervos particulares e de fotógrafos brasileiros.


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sexta-feira, 21 de setembro de 2012




domingo, 22 de janeiro de 2012

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

NATAL de 2011

Esta imagem e o respectivo conteúdo é para os meus amigos. O texto que se segue e que me foi enviado por partilharem com a autora a indignação e o sentimento para com o senhor Primeiro Ministro e restantes membros do Governo que se governam sem governar o país, é a minha forma de expressar a minha solidariedade a todos os que, como eu, estão fartos dos políticos que desde o golpe de estado de 1974 vivem faustosamente à custa dos contribuintes...
Senhor Passos Coelho, vá-se embora do meu país; EMIGRE!
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Exmo Senhor Primeiro Ministro
Começo por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim.
Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome “de guerra”. Basilio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.
Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui.
Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.
Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais dificil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.
Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida.
Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. “És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro.” – disseram-me – “Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção”. Fiquei.
Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. “Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom curriculo, arranjarei trabalho num instante”. Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira ‘congelada’. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como “nativa”. Tinha como ordenado ‘fixo’ 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro ministro, só tinha 24 horas…
Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci – felizmente! – também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.
Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito
pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.
Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu renault clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar…
Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor.
Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores – e cada vez mais raros – valores: um ser humano em formação.
Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiroministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.
Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro
… e como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeus
Myriam Zaluar, 19/12/2011
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sábado, 26

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

"SEND ME A POSTCARD" - CONVOCATÓRIA

We are approaching Christmas and New Year‘s festivities. As it was usual a “long” time ago, cards with votes of "A Happy and Holy Christmas" or even the less Catholic but not less sincerely felt "Merry Christmas and Happy New Year" were sent up by this time.
This intends to challenge you to get back to this healthy, though lengthy, habit of sharing moments, feelings and images by mail.
And so, here’s my proposal for you to collaborate in the project "SEND ME A POSTCARD". How does it work?
- During the months of December 2011 until October 31 2012, send me at least a postcard (photo only) a month (11 total) 10X15 cm size, color or black and white, preferably of your own, to the following address:
Colectivo f4 - Galeria/Oficina
Rua do Ferraz, 22
4050-250 PORTO
PORTUGAL
- At the back of the photo and before the address, handwrite (avoid printing):
"SEND ME A POSTCARD" - exhibition and book
- You can if you wish indicate the sender, but do not forget the stamp with the correct fee. We won’t pay the fine if applicable.
- To make the picture stiff and less brittle during handling by the mail services, it is advisable to glue the picture onto thin lightweight cardboard before sending.
- For this project, photographers from around the world and with different artistic expressions will be invited. Participants can make invitations to their contacts, without the need to inform the organization.
- All entries received will be displayed in the projected exhibition.
- The opening of the exhibition will take place at the Collective f4 Gallery on November 17 2012, in Porto - Portugal.
Simultaneously the book “Send me a Postcard” will be launched with works by authors who wish to see their work published. The costs of participation in the book will be given in due time.
Believing that this challenge will also please you, I am waiting the first post and repeated visits of the postman at 22 Ferraz Street
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Estamos perto do final do ano e quase a chegar às festividades natalícias. Como já foi hábito, enviavam-se por esta época os postais com os repetidos votos de "Um Feliz e Santo Natal" ou ainda, o menos católico mas não menos sentido, "Feliz Natal e Bom Ano Novo"...

Serve isto, para vos desafiar a retomarem esse demorado mas saudável costume de partilhar momentos, sentimentos e imagens, através dos serviços de correio.

E assim, lanço-vos aqui a proposta para colaborarem no projecto "ENVIA-ME UM POSTAL", que consta do seguinte:

- Durante os meses de Dezembro de 2011 até 31 de Outubro de 2012, Envia-me pelo menos um Postal (só fotografia) por mês (11 no total) em tamanho 10X15 cm, a cores ou a preto e branco, de preferência da tua autoria, para a seguinte morada:

Colectivo f4 - Galeria/Oficina

Rua do Ferraz, 22

4050-250 PORTO

PORTUGAL - No verso da fotografia e antes da direcção indicada, escreve à mão (evita imprimir):

"SEND ME A POSTCARD" - exhibition and book

- Podes se desejares, indicar o remetente, mas não te esqueças do selo com a tarifa correcta, pois não pagaremos a multa aplicável. - Para dar corpo à fotografia e tornar a obra menos quebradiça durante o manuseamento pelos serviços dos correios, aconselha-se a colagem da fotografia sobre uma cartolina Bristol ou cartão pluma fino antes de fazer o envio.

- Para este projecto, serão convidados fotógrafos de várias partes do mundo e com diferentes expressões artísticas e aos participantes está permitido divulgar e fazer convites aos seus amigos e contactos, sem necessidade de avisar a organização.

- Todos os trabalhos recebidos serão exibidos na exposição projectada.

- A inauguração da mostra terá lugar na Galeria do Colectivo f4 no dia 17 de Novembro de 2012, na cidade do Porto.

Simultâneamente será feita a apresentação do livro "Send me a Postcard" com obras dos autores que desejem ver os seus trabalhos publicados. Os custos de participação no livro serão indicados oportunamente.

Acreditando que este desafio será também do vosso agrado, fico a aguardar os primeiros postais e repetidas visitas do carteiro na PORTA 22 da Rua do Ferraz.

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sábado, 12 de novembro de 2011

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

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