terça-feira, 21 de outubro de 2008

Atributos

Fui surpreendido com uma pequena referência a este espaço, a propósito do texto do Miguel Esteves Cardoso, colocado aqui em baixo. Gostei. Toda a gente gosta que se referencie o seu trabalho, pois não estamos livres de vaidades... Mas a propósito disso, do texto publicado, claro, é altura de esclarecer algumas coisas:
- O texto está aqui, porque gosto do texto. O Miguel tem uma forma de escrever, dizendo as coisas, que me agrada. Depois, fala do norte que é a minha casa. É a minha casa desde há muitos anos...
- Eu não sou do Norte e também não sou do Sul. Sou do Ribatejo.
E aqui dou, uma vez mais, razão ao autor. Não há gente do Sul e quando aqui por estas bandas se nos referem, é de forma depreciativa e ignorante. Somos "Mouros"...
Mas o Norte é rude e bruto. O Norte é agreste, violento e intransigente... O Norte é Norte com bom e mau, igual ao Centro e ao Sul. E o Norte, é também mesquinho; tem os defeitos de todos os outros e as virtudes de outros tantos... Mas o Norte é nobre, lutador, resistente...
Sem o Norte, não havia Portugal.
- Com o texto que aqui me trás, não pretendo fazer apologia da descentralização, da regionalização, ou de outra treta qualquer. Estou-me cagando para a regionalização, estou-me cagando para as lutas intestinas da classe dominante e dos aspirantes ao poder. Passo muito bem sem qualquer um deles.
- E, sobretudo, Tenho saudades da K
Às gentes do Norte, o meu agradecimento por me aturarem.

O Novo "Brinquedo"

Para quem gosta de ter sempre a última novidade...
E para aqueles que gostam muito de saber tudo sobre as características do aparelho, discutem sempre com razão, mas não fazem fotografia... O comparativo com a mana mais velha: http://www.dpreview.com/reviews/nikond90/ E, Boas Compras...

3 Passagens pela Ria

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO

40Km/h

Foto: LUIS RAPOSO

Fotografia de Retrato

25 de Novembro de 2008 a 16 de Dezembro de 2008
Encontram-se abertas as últimas vagas para o Módulo de Iluminação em Estúdio do Curso de Fotografia Aplicada 2008/09
Mais informações pode ser acedidas em:
http://geral.mef.googlepages.com/cursofotografiaaplicada Para acompanhamento do curso foi construído o seguinte site:

Workshop de Fotografia Documental

Pode-se considerar fotografia documental a que constitui uma relação com a realidade, a que documenta as condições e o meio em que se desenvolve o homem, tanto de uma forma individual como social. Com base nesta ideia, o Movimento de Expressão Fotográfica - MEF lança Workshop de Fotografia Documental com Laboratório Fotográfico de Preto e Branco, que pretende afirmar-se na vertente da investigação, da recolha, da edição e da divulgação da memória colectiva. Esta acção engloba a realização de um Workshop Fotográfico aberto à população em geral com gosto pela fotografia, com a intenção de construir uma equipa de fotógrafos para realizarem um documentário fotográfico do património edificado, sócio-cultural e paisagístico. Tendo como termo do mesmo a apresentação final em local público devolvendo desta forma as imagens à população que foi registada. O Workshop incidirá no método de aprendizagem através da prática, explorando a vertente estética da imagem e o seu carácter documentalista. A exploração fotográfica aponta directamente na orientação do documentário sócio-cultural ilustrando o modo de vida da população local.
Este Workshop será realizado em Lisboa.

O Norte, Carago!

Primeiro, as verdades.
O Norte é mais Português que Portugal.
As minhotas são as raparigas mais bonitas do País.
O Minho é a nossa província mais estragada e continua a ser a mais bela.
As festas da Nossa Senhora da Agonia são as maiores e mais impressionantes que já se viram. Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde- branca. Verde- rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar- se branco ao olhar. Até o granito das casas.
Mais verdades.
No Norte a comida é melhor.
O vinho é melhor.
O serviço é melhor.
Os preços são mais baixos.Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia.
Estas são as verdades do Norte de Portugal.
Mas há uma verdade maior.
É que só o Norte existe. O Sul não existe.
As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta.
Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte.
No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista?
No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses Juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país.
Não haja enganos.
Não falam do Norte para separá-lo de Portugal.
Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal.
Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal.
Mas o Norte é onde Portugal começa.
Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo.
Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte.
Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa.Mais ou menos peninsular, ou insular.
É esta a verdade.
Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é Especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte.
Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.
No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa.
O Norte cheira a dinheiro e a alecrim.
O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho.
Tem esse defeito e essa verdade.
Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino.
O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos.
Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade.
Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito. Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros.Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos, mas gosto delas.
São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem. As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente.
Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial.Só descomposturas, e mimos, e carinhos.
O Norte é a nossa verdade.
Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi. Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte".
Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo. Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente.
No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto.
Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima. Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.
O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os- Montes, se é litoral ou interior, português ou galego?
Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.
O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm e dizer "Portugal" e "Portugueses".
No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos.
Como se fosse só um nome.
Como "Norte".
Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros.Porque é que não é assim que nos chamamos todos? »
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Miguel Esteves Cardoso
Da Revista K - 1990

Além Tejo

Foto: RICARDO RAPOSO
Foto: RICARDO RAPOSO
Foto: RICARDO RAPOSO
Foto: RICARDO RAPOSO

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Outros Disparos a 1/15s

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO

Grafismos

Foto: SÉRGIO FIGUEIRA
Foto: SÉRGIO FIGUEIRA
Foto: SÉRGIO FIGUEIRA

90Km/h

Foto: LUIS RAPOSO

O Carteiro

Foto: VEIGA RAPOZO

Domingo Tranquilo

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO

sábado, 18 de outubro de 2008

REFOTOGRAFIA

O que é? É o nome dado por Guilherme Maranhão ao processo fotográfico que executa para obter novas imagens fotográficas a partir de imagens fotográficas. Repete e fotografia, refotografa...
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Guilherme Maranhão nasceu em 1975, no Rio de Janeiro. Reside e trabalha em São Paulo. É bacharel em Fotografia pela Faculdade do Senac. O artista investiga um caminho entre a fotografia e o lixo. Aproveita o que os outros fotógrafos, pessoas e lojas consideram inútil, ou as sucatas que os amigos guardam para ele. O seu trabalho está centrado na busca de alterações do processo de formação de imagens técnicas e na subversão das ferramentas produzidas pela indústria.
Lê-se na apresentação da sua página:
Foto: GUILHERME MARANHÃO
Foto: GUILHERME MARANHÃO Foto: GUILHERME MARANHÃO
Foto: GUILHERME MARANHÃO
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“O olho de um scanner abandonado não está cego. Ele apenas deixou de olhar o mundo de forma obediente conforme programação formulada pela indústria. Um equipamento quebrado se transforma num marginal dentro da sociedade de consumo. A esse olhar marginal da máquina, Guilherme Maranhão sobrepõe uma atitude libertária, subversiva de reinventar o seu ponto de vista sobre o visível. Ao recuperar esse olho eletrônico do lixo das lojas de sucatas e reinseri-lo no mundo, o artista ao mesmo tempo tira do automático a máquina, a função do fotógrafo e, por fim, a percepção de quem observa tais imagens. Este circuito, criado por Maranhão, permite que o acaso também concorra na interpretação da paisagem, conferindo-lhe uma visualidade que não tem como referência a hegemonia do olhar humano, e tampouco siga a bula do programa que transforma o mundo numa mimese pasteurizada e hegemônica, elaborado pelos engenheiros. “Pluracidades”, gestada à margem da automaticidade do olhar da indústria eletrônica e sob o ponto de vista desse fotógrafo desobediente das regras, faz emergir no nosso olhar robotizado a paisagem reinventada de uma cidade errática. Sem referências geográficas, essa estranha urbe se redesenha em geometrias lúdicas, em rastros luminosos que flagram a passagem do tempo. E, assim, a vida se precipita, linha por linha, em poéticas fusões de cores, formas e associações que redimensionam a experiência do olhar.” Eder Chiodetto
. Curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP
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Mais trabalhos de Guilherme Maranhão em:

Momento a 1/15s

Foto: LUIS RAPOSO

Processos Alternativos

Foto: JOSÉ MIGUEL FERREIRA
Foto: JOSÉ MIGUEL FERREIRA
Foto: JOSÉ MIGUEL FERREIRA
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Para saberes mais,

Momentos de Daniela

Foto: DANIELA PICORAL
Foto: DANIELA PICORAL
Foto: DANIELA PICORAL
Foto: DANIELA PICORAL
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Filme versus Digital

Um bom artigo em inglês sobre a escolha do analógico ou digital como suporte de imagens fotográficas http://www.kenrockwell.com/tech/filmdig.htm
Vale a pena ler com atenção e consultar também as hiperligações sugeridas.

Bichinhos...

Se gostas de fotografia de natureza, se te preocupas com temas como a conservação da natureza, se és sensível a expressões artísticas e pensas que vais passar um fim de semana diferente, então reserva já o teu lugar ou consulta o programa do evento em http://festival.fotonaturis.org/ As inscrições são limitadas!
Se gostas mesmo de vida ao ar livre, se estás preocupado com a conservação da natureza e queres um fim de semana diferente, então vai votografar para o campo.
Quer chova ou faça sol, vai,

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Por Acaso...

Descobri os seus trabalhos aqui apresentados e recomendo uma vista de olhos em: http://www.flickr.com/photos/biahobi
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Foto: BIA MOREIRA

Foto: BIA MOREIRA

Hoje Foi Dia de RedBull...

Foto: LUIS RAPOSO

À Noite

Foto: LUIS RAPOSO

À Tarde

Foto: LUIS RAPOSO

Expo Electrónica

Com Fotografia.
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A ExpoElectrónica constitui a maior montra de tecnologia do Norte de Portugal apresentando o que há de melhor em Segurança, Domótica, Imagem, Som, Fotografia, Telecomunicações e Informática.
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A MasterGuardian® é uma das marcas convidadas apresentando na ExpoElectrónica 2008 os sistemas de alarme para casa MGS com comando por Impressões Digitais e o novo modelo MGC TCP/IP.
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ExpoElectrónica 2008 El Corte Inglés17 a 25 Outubro10.00H - 23.00H

Gentes e Locais

Os Nus de André Brito

Lisamona

Brincadeiras na Aldeia

Foto: LUIS RAPOSO

No Dia do Casamento

Foto: LUIS RAPOSO

Exposição

Coisas Antigas e Abandonadas

Não consegui resistir. Podia ter colocado apenas a fotografia do fundo porque tem algum valor histórico, já que nos relembra o Porto com as Fontaínhas ainda sem a horrorosa Ponte do Infante, sem o entulho tão bem representado em algumas imagens no Objectivamente (http://f3hp-objectivamente.blogspot.com/search?updated-max=2008-10-10T12%3A26%3A00Z&max-results=7 ) e sem o abandono humano a que foi sujeito... Mas decidi acrescentar as outras duas imagens que melhor representam o estado da modernidade portuguesa.
Este edifício aqui em baixo, outro atentado aos valores histórico-culturais da gente tripeira, polui visualmente a beira-mar aguardando a queda para que outros interesses "mais lucrativos" construam no nocal um mamarracho qualquer...
Foto: HENRIQUE RAPOSO
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E nesta aqui, aquilo foi uma antiga loja de comércio tradicional que, nos dias que correm, teria sido forçada a padronizar-se, a colonar-se a bem dos altos interesses do novo-riquismo e da piroseira... Para vender pregos, gesso, cal e parafusos, a peso, de acordo com as necessidades do momento, evitando o desperdício e o consumismo desenfreado a que agora todos estamos sujeitos...
Foto: HENRIQUE RAPOSO
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Gosto de coisas antigas... Gosto da história das coisas e das gentes e irrito-me profundamente quando constato o desrespeito pelas coisas com história...
Foto: VEIGA RAPOZO (1974)

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Os Meus Passeios TT

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO