sexta-feira, 26 de agosto de 2011

"Barriletes"

barriletes by +gAbY+ on Flickr.

Por +gAbY+.

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"2-1-2"

2-1-2 by António Alfarroba on Flickr.

Por António Alfarroba.

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"3 ~ The Day After"

3 ~ the day After by Teresa Teixeira
on Flickr.

Por Teresa Teixeira.

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. "PONTO"

. by GABRIEL MAGRI on Flickr.

Por Gabriel Magri, um fotógrafo argentino que está representado na fototeca do

Colectivo f4.

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"on the edge"

L1330568 ~ on the edge by Teresa Teixeira on Flickr.

Por Teresa Teixeira, do Colectivo f4.

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"os nossos fantasmas"

os nossos fantasmas - our ghosts by @uroraboreal - sory too busy...I'll be back... on Flickr.

Por Aurora Boreal, outra associada do Colectivo f4.

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JOHN WELLINGS

Untitled by John Wellings on Flickr.

Uma das minhas favoritas que desejo partilhar.

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

EXPOSIÇÃO

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"ABSTRACTO CONTEMPORÂNEO"
ALEX MILESI (Brasil)
“Desde Man Ray, no início do século XX, o campo da fotografia tornou-se um território de experimentações que ainda é pouco explorado, além da representação do real. Alex Milesi propõe um passeio através de paisagens abstractas: linhas, formas, texturas delineadas por uma luz quase fictícia. Instiga-nos a querer ver mais, além do recorte do olhar. Afinal de contas, o que vemos?
Uma das questões que nos leva a pensar a fotografia no contexto da arte contemporânea é a sua aceitação como arte desde a sua invenção. É preciso aceitar uma nova realidade da imagem, aparentemente próxima, mas muito diversa daquilo que as pessoas acostumaram a chamar de fotografia, já que ainda hoje, a fotografia está associada directamente às ideias de registo, de representação do real.
O que dizer então sobre fotografia abstracta? A fotografia abstracta renúncia e nega a figuração. A ideia não é original, ao contrário, há cerca de cem anos, fotógrafos e artistas produziam fotografias abstractas. As “rayografias” de Man Ray são composições abstractas, e únicas. Alexander Rodchenko, e László Moholy-Nagy, no Construtivismo Russo ampliaram o universo da fotografia enquanto arte.
Pintores abstraccionistas usavam a fotografia como recurso para novas experimentações. Assim, não podemos mais pensar na fotografia apenas como contexto de representação, nem tampouco arraigada aos conceitos da modernidade do século XX. Devemos pensá-la sob a óptica do fazer na contemporaneidade e percebê-la como resultado da produção do homem coerente com o seu tempo, aberto a todas as possibilidades do olhar, fazendo uso de todos os recursos que a tecnologia oferece e mantendo a sensibilidade inerente ao artista, condição fundamental para que a imagem, a obra, torne-se significativa.
No passeio pelas abstracções de Alex Milesi, a curiosidade instiga querer saber sobre a realidade dos objectos: o que realmente foi fotografado? A figuração não é identificada, permanece secreta.
Alex Milesi vive e trabalha em Caxias do Sul, no Brasil.
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Cocktail de Inauguração: Sábado, 27 de Agosto, pelas 19:00hs Patente até 09 de Setembro de 2011, de Terça à Sábado.
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Colorida Galeria de Arte
Costa do Castelo 63, Lisboa
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PIROSO é favor...

A Piroseira também chegou à "Leica"!
Quem desejar ofuscar os modelos apanhados à frente de uma máquina fotográfica de reconhecida qualidade e desejar gastar 400US$ para personalizar a sua D-Lux 5, pode escolher versões em:

http://www.colorware.com/p-281-leica-d-lux-5.aspx

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Indignação

¿El fin de la fotografía analógica?
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Hace días necesitaba una batería para mi cámara analógica (Cannon Eos5) y me lancé por el centro de Madrid para intentar conseguirla. Descubrí cosas muy tristes. Meses antes me había enfrentado a que piezas de reposición para repararla simplemente ya no existen, están totalmente descatalogadas. En mi soleada caminata me enteré de que la emblemática tienda Domènech de la calle del Norte ha cerrado sus puertas o, quizá deba decir, abandonado su "lucha por vivir".
Yo, que solo he encontrado en mi fotografía la vitalidad de lo analógico, y las propiedades irrepetibles del formato 35mm en blanco y negro, no puedo resignarme a la agonía de este movimiento fotográfico. Siento como si yo mismo tuviera los días contados. No puedo pensar en proyectos de futuro porque sigo sin verme a mí mismo en el lenguaje digital. ¿Qué sería del arte si la pintura estuviera destinada al acrílico porque súbitamente el óleo desapareciera del mercado? ¿Qué pasaría con Antonio López si le arrebataran sus pinceles? ¿Qué sería de Madrid sin la aportación de Castro Prieto, García Rodero o García Alix?
La vida de un fotógrafo -como la de todo artista- es sumamente sacrificada y la carrera en sí misma es más de dolor que de satisfacción. Hemos comprendido que crear es una necesidad vital, hemos estado dispuestos a luchar contracorriente, a gastarnos todas nuestras pelas en materiales aunque luego nadie nos compre la obra, en fin, hemos estado dispuestos a morir en el intento.... ¿Es justo que ahora nos corten así la cabeza?
Creo que eso también es violencia y veo con tristeza que nadie lo denuncia, que han conseguido enmudecernos.
CéSAR SALDíVAR - Madrid - 16/08/2011 Publicado no Jornal “El País”
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

QUEM ESTAVA LÁ!

Vai ao link, abre, e vai ampliando a imagem para descobrires algum amigo que estava lá e se fechou em copas.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Em Formato POLAROID

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

Fim de Viagem

Foto: LUIS RAPOSO

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Gabriel Magri

O fotógrafo argentino Gabriel Magri, que apresentou recentemente alguns dos seus trabalhos no Fénix Fotografia - Porto, tem agora a colecção disponível para venda nas instalações do Colectivo f4.
"EL RUIDO MÁS FUERTE", é uma colecção de 16 fotografias captadas pelo autor que aqui representa com muita intensidade a frase que lhe serviu de mote.

"El silencio es el ruido más fuerte, quizás el más fuerte de los ruidos."

"The silence is the strongest noise, perhaps the strongest of the noises.”

Miles Davis

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Sobre o fotógrafo, Ana Caldas escreveu:
"As fotografias do Gabriel são feitas com um sentido único de observação do presente, do que ficou para trás no tempo, nos tempos que as pessoas vão deixando atrás de si. Ainda que, o que possamos ver sejam as costas dos outros, estas podem ser também as nossas. Um fardo que carregamos e onde nos mexemos.
Existe no seu trabalho, sensibilidade e respeito pelas pessoas. E encontramos também em Gabriel Magri, um sentido de humildade bonito e raro. Nas suas fotos, é com a verdade que nos confrontamos.
Obrigada pela partilha. Obrigada por nos fazer crer que o tango pode ser mais do que paixão e canção. Tal como o fado, o tango é um estado de espírito."
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Köksal - Fotografia

Vale a pena passar pelo blog de Köksal e adicionar aos favoritos.
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Da Série "Cruzeiros"

Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
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domingo, 7 de agosto de 2011

X Pro - Processo Cruzado

Foto: LUIS RAPOSO Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
Foto: LUIS RAPOSO
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

CONVOCATÓRIA

Venho por este comunicar que está prevista para Janeiro de 2012 a realização da primeira "Bienal de Fotografia da Figueira da Foz", uma organização do Tubo D'Ensaio d’Artes - Associação Cultural, f.8 Fotografia – atelier digital e o apoio da Câmara Municipal da Figueira da Foz que, representados por Alfredo Muñoz de Oliveira em reunião efectuada no Porto no passado dia 25 de Julho nas instalações do Colectivo f4, comigo estabeleceu um protocolo de colaboração para esse evento.
Assim, e com a autoridade que me compete, venho convidá-lo a apresentar um projecto com 10 fotografias a cores ou a Preto e Branco para a pré-selecção que terá lugar no dia 17 de Outubro próximo.
Este convite que agora publicito, exige que à data da pré-selecção seja associado do Colectivo f4 com pelo menos, 4 quotas mensais liquidadas (5,00€X4).
Como proceder:
Todas as imagens do projecto devem obedecer ao mesmo tema ou apresentar um fio condutor perceptível no seguimento da leitura.
Até ao dia 15 de Outubro, inclusive, deverá enviar por e-mail ou fazer entrega nas instalações do Colectivo f4 – Rua do Ferraz, PORTA 22, no Porto, o ficheiro com as 10 imagens a concurso, acompanhado de uma descrição do projecto.
Após o dia 17 de Outubro, o júri de pré-selecção entrará em contacto consigo, e de acordo com a aprovação, poderá mandar imprimir na dimensão 40X40 cm ou 40X60 cm, as suas 10 fotografias.
NOTA: Caso deseje mandar fazer as suas impressões a jacto de tinta sobre papel de alta qualidade Hahnemühle Digital FineArt Collection, o nosso parceiro f.8 Fotografia – Atelier Digital, tem preços especiais para os nossos associados.
Para impressões químicas cromógenas, o Colectivo f4 tem preços muito convidativos para papel “silk” texturado.
Em montagens, de fotografias com colagem e suplementos de cartão com janela biselada, o f4 está também capacitado para praticar preços concorrenciais e condições de pagamento muito vantajosos.
Como pode constatar, a simples adesão à nossa associação já garante alguns benefícios que individualmente não são fáceis de conseguir.
E pronto; só ficamos a aguardar a sua adesão ao Colectivo e a apresentação de um projecto muito cuidado para esta próxima exposição.
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sábado, 16 de julho de 2011

EXPOSIÇÃO a 23 de Julho

Fotografia e Design: LUIS RAPOSO
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Mostra colectiva de fotografia na Rua do Ferraz, 38 - Porto
de 23 de Julho a 13 de Agosto
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Na Galeria do Colectivo f4, na mesma rua mas na PORTA 22,
Continua patente a exposição 3X5em40X60

Colecção X Pro "Entre o Douro e o Sabor"

quinta-feira, 16 de junho de 2011

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Bom Filho, a Casa Volta!

Venho informar que o meu trabalho fotográfico que decidiu ir pasar férias com os amigos e sem conhecimento dos respectivos papás, foi devolvido de boa saúde. REGRESSOU A CASA! Esta porra da Internet parece que serve para algumas coisas... Ou então, os sequestradores tiveram um pequeno rasgo de arrependimento... Sabe-se lá o que aconteceu entretanto!?

Rico Portugal!

Privatize-se tudo,
privatize-se o mar e o céu,
privatize-se a água e o ar,
privatize-se a justiça e a lei,
privatize-se a nuvem que passa, privatize-se o sonho, sobretudo se for diurno e de olhos abertos.
E finalmente,
para florão e remate de tanto privatizar,
privatizem-se os Estados,
entregue-se por uma vez a exploração deles a empresas privadas,
mediante concurso internacional.
Aí se encontra a salvação do mundo...
e, já agora,
privatize-se também a puta que os pariu a todos.
José Saramago - Cadernos de Lanzarote - Diário III - pag. 148

Trabalho Furtado

Os proprietários do Café Karoxa, no Porto, espaço no qual estava exposto este meu trabalho fotográfico e mais um conjunto de obras em exposição organizada pela Portografia, decidiram fugir para parte incerta e levar consigo toda a colecção. Telefones desligados, e sem que se saiba o paradeiro dos empresários, parece ser impossível reaver os bens desviados...
Se por acaso alguém consiga por a vista nesta impressão 30X40cm ou saiba onde estão os meliantes, por favor dê-me uma pista...
Grato,
Luis Raposo.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Exposição

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Exposição

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Interior

Foto: LUIS RAPOSO

Tv. do Ferraz

Foto: LUIS RAPOSO

Rua da Vitória

Foto: LUIS RAPOSO

Lanche

Foto: LUIS RAPOSO

Passeio

Foto: LUIS RAPOSO

"Um Olhar Alternativo"

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Sendim

Foto: LUIS RAPOSO

terça-feira, 3 de maio de 2011

Vi no Flickr

Arcadas II

Foto: LUIS RAPOSO